Una Giornata Particolare - Ettore Scola [1977]
Marcello Mastroiani e Sophia Loren num filme particolare

Sim, em DVD e versão restaurada
Una Giornata Particolare - Ettore Scola [1977]
Marcello Mastroiani e Sophia Loren num filme particolare

Sim, em DVD e versão restaurada
Toda a gente vai de férias!
O sr. Anonymous [o cavalheiro do acentos, lembram-se?] desta casa, que ultimamente anda muito caladinho, vai amanhã para Amsterdão. Eu, de Amsterdão, só conheço o aeroporto e digo-vos que é dos melhores pelos quais já passei (e olhem que ficar quase cinco horas num aeroporto é dose!).
Talvez o cavalheiro nos traga fotografias, como esta ![]()
Uma excelente viagem para o sr Anonymous!

from Wikimedia
resignation or A Letter to Elise from The Cure
oh elise it doesn’t matter what you say
i just can’t stay here every yesterday
like keep on acting out the same
the way we act out
this is my limit
i can not pretending anymore
day after day
as if nothing happened
every way to smile
forget
and make-believe we never needed
any more than this
any more than this
this is not enough
to me
just a part of you is not enough
to me
just a part of your world is not enough
to me
oh elise it doesn’t matter what you do
i know i’ll never really get inside of you
to make your eyes catch fire
the way they should
i found out that i can not read you
i tried to get a reaction from you
some attention from you
i suppose i do not have nothing interesting to you
i just could not engage you in
the way the blue could pull me in
if they only would
if they only would
at least i’d lose this sense of sensing something else
that hides away
from me and you
i do not know how to feel anymore
keep on living
as if i was another i
there’re worlds to part
with aching looks and breaking hearts
and all the prayers your hands can make
oh i just take as much as you can throw
and then throw it all away
oh i throw it all away
like throwing faces at the sky
like throwing arms round
yesterday
i stood and stared
wide-eyed in front of you
and the face i saw looked back
the way i wanted to
but i just can’t hold my tears away
the way you do
your face seems like the first time i saw you
i recognize your unique moving ways
but i realise that are my eyes that makes you the way i wanted you to be
elise believe i never wanted this
i thought this time i’d keep all of my promises
i thought you were the girl always dreamed about
but i let the dream go
and the promises broke
and the make-believe ran out…
i feel the night falling in my naked arms
i see your eyes between the smoke of the cigarette
i feel something in my throat: i am going to talk to you
i am going to say to you that i wish i could go back
then i realise that i have just an empty space in front of me
oh elise
it doesn’t matter what you say
i just can’t stay here every yesterday
like keep on acting out the same
the way we act out
every way to smile
forget
and make-believe we never needed
any more than this
any more than this
and every time i try to pick it up
like falling sand
as fast as i pick it up
it suns away through my clutching hands
but there’s nothing else i can really do
there’s nothing else
i can really do
at all…
then i realise that i had always just an empty space in front of me
then i realise that you were just dreamful
Há poucos dias, fui ter ao Shiira Project (já não me lembro como). No site, dizem:
The goal of the Shiira Project is to create a browser that is better and more useful than Safari.
Tenho de confessar que não percebo estes objectivos. Já não temos o Firefox? Não é melhor e mais útil do que o Safari? Ou ando enganada?
De qualquer forma, achei o projecto engraçado, fiz o download, instalei e comecei a experimentar. Mas perdi rapidamente o entusiasmo. Queria falar-vos um pouco deste Shiira browser, mas, na verdade, não tenho muito a dizer.
Então comecei a pensar porquê e cheguei à conclusão que o problema dos browsers é o mesmo dos OS. No caso do windows, o utilizador é obrigado a adaptar-se ao sistema. No Linux, fazemos o sistema adaptar-se a nós.
O Firefox é um browser à medida de cada um. Com as extensões e os temas, construí um browser à medida das minhas necessidades (outras, admito, foram criadas), de forma que quando aparecem estes novos projectos, rapidamente perco o interesse neles. Acaba sempre por me faltar qualquer coisa!
Suponho que devam existir tantos Firefoxs diferentes quanto os utilizadores do mesmo
Aborrecido? Pouco que fazer? Farto de visitar as mesmas páginas? Just Stumble it! ![]()
Um extensão para o Firefox que nos leva a páginas aleatórias, dentro das categorias que escolhemos. Também tem uma secção social, qualquer coisa como friends tipo hifives, ou algo do género, mas não experimentei (não sou grande fã).
Podemos avaliar a página, colocar tags e o melhor é mesmo poder enviar o link por email, sem abrir o cliente.
Mas atenção: reduz o rendimento!
A dica foi dada por este cavalheiro.
Dói mais a tua ausência do que a indiferença da tua presença
If you are a Girl in love with a Geek…
Why Geek Dudes Rule
They are generally available.
Other women will tend not to steal them.
They can fix things.
Your parents will love them.
They’re smart.
…maybe you’ll need A Girl’s Guide to Geek Guys
Estão a ver a voz da Rosemary Clooney? Estão a ver o som do Cole Porter? Talvez se lembrem do I get a kick out of you, pela Ella Fitzgerald?
Então juntem a primeira com o segundo e ouçam Anything Goes

Encontrei-o na Trem Azul, Jazz Store, em Coimbra. Sim, leram muito bem, em Coimbra!
Um espaço delicioso onde podem ouvir e descobrir Jazz
Fica no antigo “O Principezinho”, na baixa, mais precisamente no:
Adro de Baixo 6 ( São Bartolomeu) - Praça Velha
3000-420 Coimbra
Estive quatro dias sem internet e sobrevivi
A conferência correu muito bem. Não há nada melhor do que contactar especialistas na área em que trabalhamos, perceber as dificuldades e as soluções encontradas. E é muito gratificante ver professores da área das Humanidades e Ciências Sociais a organizarem-se em torno de técnicas e procedimentos inerentes às novas tecnologias para melhorarem e desenvolverem as suas ciências.
Interessados. Verdadeiramente interessados em perceberem um mundo, no qual não cresceram. Dá vontade de incentivar e ajudar, só pelo prazer de ajudar ![]()
Vim de Siegen muito optimista
mais uma no aeroporto de Lisboa
“um fumador distinto usa sempre os smoking points”
distinto, é como quem diz, preocupado com o bem-estar do gajo ao lado… se bem que há por aí muita gente, com transporte público à porta de casa, e que só utiliza o seu automóvel, e quando vem com aquela conversa do “a menina está a prejudicar o ambiente”, só dá mesmo vontade de ser tudo menos distinto
de toda a forma, melhor ser distinto do que passar 5 horas no aeroporto de Milão sem uma única janela para fumar um cigarro.
Volto uma e outra vez a este post, a esta foto, que me fala da beleza das coisas pequenas, rotineiras, do dia-a-dia, a que normalmente não damos atenção. E volto lá também por causa das palavras, que fazem o título deste post, porque me reconforta saber alguém que o faz, que gasta duas horas com algo que gosta, quando poderia gastar 30 segundos.
E reconforta-me este pensar porque talvez eu ainda possa vir a dizer o mesmo, com verdade. Se ainda existem assim pessoas, nem tudo está perdido.
Ultimamente, parece que me vivo num sprint final de uma corrida. Como se estivesse naquele tempo em que a meta já se vê e há que dar tudo por tudo. O único problema é que a meta parece que nunca mais chega, como se eu tivesse ficado trancada numa espécie de ciclo e não pudesse ser de outra forma.
Se gosto do que faço? Adoro uma parte do que faço e destesto a outra.
Tenho esperança que em Setembro, passe a meta. Esta difícil meta. E inicie uma outra, na qual me possa dedicar a 100% àquilo que realmente me importa. pelo menos durante seis meses… ![]()
Talvez, então, esta sensação de final de corrida, que dura há meia dúzia de anos, finalmente se desvaneça.
Estou no aeroporto de Lisboa, paguei 0.95 Euros por um café e fiquei doente! Embarco às 6h30 para Frankfurt. Lá hei-de descobrir a estação e o comboio que me há-de levar à Universidade de Siegen, onde vou apresentar o EuroMACHS, na Conferência Internacional Bologna 2010: e-Learning in Humanities and Social Sciences.
Está a decorrer em Coimbra o I Encontro de Design e Multimédia.
Conferências, workshops, curtas-metragens e convívios, hoje e amanhã.
Acabei de assistir a uma comunicação deliciosa, sobre tipografia, de Dino dos Santos.
EuroMACHS Network - Inscrições até amanhã

Terminam amanhã as candidaturas para o Mestrado Património Europeu, Multimédia e Sociedade de Informação (EuroMACHS), existindo ainda uma segunda fase de candidaturas de 18 a 26 de Setembro.
FAQ do EuroMACHS
Mais informações pelo email: euromachs@fl.uc.pt
Plano de Estudos:
1. Os estudantes inscrevem-se numa das 4 universidades participantes.
2. O primeiro semestre decorre na universidade de inscrição, mas todos os estudantes partilham um seminário comum via internet, que lhes permite contactar com alunos e professores de outras instituição e realizar actividades comuns.
3. No segundo semestre os estudantes deslocam-se para uma das outras universidades da rede onde terão oportunidade de desenvolver competências e aprofundar conhecimentos específicos da instituição que os recebe.
4. Nos terceiros e quartos semestres os estudantes voltam à universidade de origem, onde iniciam os trabalhos conducentes à apresentação da tése projecto. O mestrado prevê a criação de oportunidades de estágios no terceiro semestre para permitir aos estudantes .
Que tipo de grau se obtém?
O curso concede o grau de mestre. O grau concedido é automaticamente reconhecido pelas quatro universidades envolvidas, quando os estudantes cumprem com sucesso a plano de estudos conjunto. Existe o compromisso das instituições envolvidas de concederem o grau conjunto (diploma comum) assim que os quadros legais dos quatro países incorporarem completamente na sua legislação as directivas do processo de Bolonha nesta matéria, o que já acontece com Portugal, mas não com todos os outros países envolvidos.
Finalmente consegui um tempinho para fazer uma página decente. Andei a matutar nela durante algum tempo, depois foi só procurar as ferramentas e num instante ficou up.
Ainda não está completa, as secções de links & projects e gallery ainda precisam de ser preenchidas, mas a estrutura geral está pronta.
O template, fui buscá-lo ao Open Source Web Design, que tem trabalhos lindíssimos. Depois foi só fazer algumas alterações cirúrgicas porque a estrutura adequava-se perfeitamente ao que eu tinha em mente. Usei o Taco para Mac OS X (em Linux têm o Bluefish - era o meu favorito)
Fui à procura do link do Bluefish para vos dar e acabei de descobrir algo que me parece demasiado fabuloso: uma coisa chamada Fink, que permite trazer para MacOS X, software open source de linux. O Bluefish pode ser instalado a partir do Fink. O binary installer para mac intel já está a descarregar ou a carregar
- imaginem eu a fazer apt-get aqui! terá o apt-get moo também?
![]()
Com as alterações ainda tive alguns problemazitos com a validação de XHTML, mas estou muito contente por ter conseguido resolvê-los sozinha ![]()
Depois lembrei-me que na minha primeira casa, o sr. Admin tinha colocado aquilo a que vim a saber mais tarde ser um favicon, que aparece à fente do URL da página e na tab. Ontem, um grande amigo tirou-me uma ou outra dúvida e fez ele próprio um (é para lá ir ver, pois claro!).
É muito simples. Primeiro, abrem o Gimp (se não podem abrir outro? podem, mas conhecem mais algum open source melhor?!). Criam um documento 200x200, colocam uma caixa de texto (no meu caso coloquei uma letra) ou fazem um desenho. No caso da caixa de texto devem fazer merge dos layers, depois é só guardar como favicon.ico e colocar na mesma directoria da página onde querem que apareça. É possível, no entanto, que o ícone não apareça, nesse caso devem acrescentar duas linhas de código ao head da vossa página:

E pronto! Ah, a página! Sim, podem vê-la aqui. Sugestões ou reclamações nos comments. Já a mostrei a algumas pessoas. Os webdesigners e pessoas não ligadas às novas tecnologias gostam muito, os engenheiros informáticos não ficaram lá muito entusiasmados
As minhas aventuras no reino da Apple
O melhor é começar do princípio.
A minha primeira experiência com um computador foi estar à frente a um ecrã preto com umas letrinhas a laranja, preparada para programar em Pascal, em 1994. Não durou muito e poucas reminiscências tenho - desisti nos Arrays e foi das melhores coisinhas que fiz na vida.
Comecei a trabalhar em windows, quando finalmente desisti de Matemática e entrei em Jornalismo, em 1999. Depois do estágio no Público, decidi tirar PhD em História [novas tecnologias; e-learning] e comecei em 2003 a trabalhar em Linux. Primeiro Slackware, depois Gentoo. Quando lhe apanhei o gosto foi um experimentar de distribuições que nunca mais acabava. Instalei de tudo. Agnula, Debian, uma coisa chamada Peanuts, Slackware, Suse, Fedora, Kurumin (live e instalado), eu sei lá que mais, e, quando saíu, Ubuntu (esta era a que mais tempo durava no meu computador, na verdade sempre tive um carinho especial pelas debian-based).
Fiquei conhecida como a “miúda das distribuições” e perguntavam-me amiúde “que distribuição de linux me aconselhas?” ou “precisava de uma distro que corresse do cd regravável e pudesse gravar coisas” e eu “se estás a começar, experimenta ubuntu” ou “Damnsmall Linux é sempre bem, mas se trabalhas habitualmente em Gentoo experimenta FlashLinux. Podes metê-la na pen”.
A única distro que nunca consegui instalar, tive de pedir a um amigo, developer, foi Gentoo. Acho que arranjei um problema emocional com esta distro. Tinham-me dito que mesmo que a instalação não corresse muito bem, havia sempre a possibilidade de corrigir, mas da última vez que tentei a máquina devolveu-me um kernel panic. Um amigo disse-me “epá, Paula [há pessoas que me tratam por Paula], se te apareceu um kernel panic, isso significa que a máquina desistiu”. E olhem que é duro estar em frente a uma máquina que nos diz “Tu, disto não percebes patavina e eu desisto!”
Curiosamente, acho que é a mais fácil de manter - emerge life, the universe and everything ![]()
Ao mesmo tempo mantinha uma partição de Windows, quer para o software para aprender línguas, quer para o trabalho-trabalho em que precisava de comunicação máquina-a-máquina e um sistema Linux confundia sempre os colegas. Reservava o Linux para o trabalho-estudo ![]()
De forma que, era uma desgraçada. Acontecia-me de tudo: blue-screens; reboots sem a minha intervenção; computador crashado etc,etc.
E Apple? Quando chega? Já lá vamos, que ainda tenho uma hora de updates e há muita gente por aí entretida com um certo e determinado jogo de futebol.
Assim, quando precisei de comprar um laptop disse para mim mesma: vou comprar um computador de gente crescida, aprendo um novo OS, e o Linux - disseram-me - ainda desliza melhor. A Apple tinha lançado os intel based, o que para mim era ouro sobre azul, já que podia continuar a usar o meu software para aprender línguas.
Na altura, estavam bastante caros pelo que optei pelo mais pequenino, 1.8 de processador, 80 giga de espaço em disco, 512 mega de memória, 15,4″.
E o Macbook Pro chegou. Lindo! Em breve, começou a ter febres muito altas, de não se lhe poder tocar em algumas regiões como por cima das teclas de função e nas extremidades, e devia ter dores, porque gemia bastante, tanto que se alguém se sentasse perto, na biblioteca, começava logo a olhar de lado para mim.
Procurei nos fóruns o que era isto, mesmo com todos os updates, firmware incluído.
Parece que esse laptop, cuja série era 8611, tinha esses problemas e a Apple sabia disso. Contactei a loja onde o tinha comprado e disseram-me que o podiam devolver à Interlog (representante da Apple em Portugal), que eles iriam fazer testes e iria demorar.
Fiquei de todas as cores. Estou a trabalhar com Universidades de três países e essas pessoas só me podem contactar via email, para além de estar a desenhar um mestrado online.
Decidi contactar directamente a Interlog, que se disponibilizou de imediato a fazer a troca, dando conhecimento à loja onde comprei o Macbook Pro. Entretanto, voltei a enviar um email à Interlog a dizer que não queria um laptop dessa série que sabia ter problemas e que nos fóruns tinha encontrado pessoas que diziam que esses problemas já estariam resolvidos na série 8612.
Passaram-se alguns dias sem que eu tivesse resposta, pelo que pensei que não me iriam resolver o problema. Entretanto, a loja onde comprei o mac telefonou-me a dizer que a Interlog tinha computadores para trocar, mas eu deveria levar a máquina nessa quarta-feira de forma poder tê-la na sexta. Resultado: foi um fim-de-semana em windows, com um computador emprestado por um colega. Um pesadelo!
Nessa mesma sexta-feira, telefonaram-me da Interlog dizendo-me que mesmo a série 8612 parecia ter alguns problemas e se eu podia esperar até 29 de Junho, altura em que viriam os novos mac com processador de 2 gigahertz e os quais já não tinham esses problemas. Expliquei que já tinha enviado para Lisboa, a pedido da loja que me vendeu a máquina, o meu laptop, mas como ainda faltava bastante tempo para o final do mês, não podia ficar sem computador. Pelo que a Interlog me enviou outro da mesma série, pedindo-me que visse se tinha os mesmos problemas. Neste caso, eu deveria contactá-los de forma a reservarem um mac com processador de 2 gigahertz, sem mais encargos para mim (logo depois de o ter comprado os preços desceram). Parece que por dentro são diferentes.
Logo no primeiro dia do segundo mac fiquei sem tecla 8, no dia seguinte perdi o resto dos números, excepto o zero e à tarde perdi o ctrl. Não fazia tanto barulho como o meu, mas fiquei com a impressão de que aquecia mais.
HOJE
chegou o novo macbook pro, 2.16 de processador. Já instalei quase tudo o que preciso, estou a acabar de fazer os updates. Está quente, mas nada comparado com os outros dois que tive. E barulho, ainda não notei que fizesse.
Estou radiante com o computador. A Interlog teve uma postura exemplar e devido à minha situação, conseguiu que se fizesse a troca na cidade onde moro de forma a que eu não ficasse mais tempo sem computador (enquanto ía e vinha para Lisboa). Pelo que apesar de tudo, fiquei realmente impressionada com o professionalismo deles.
E agora? Agora os updates terminaram e a máquina está a pedir-me reboot
O MacBook ![]()
Agora, fazer os updates e instalar o essencial: firefox, adium e voodoopad (abençoados $29.95).
Depois, configurar o email, o resto e copiar os backups.
Já está quentito, mas ainda não queima. Barulho também não faz, até ver.
Mais um pouco de paciência que logo vos conto a história toda
há dez dias que não actualizava esta casa! acho que nunca estive tanto tempo sem escrever aqui, mas a verdade é que a semana anterior foi recheada de deadlines. mas não foi essa a única razão: o meu trabalho ao computador está bastante mais lento. razão? o meu laptop não tem números, nem sinais, como parentesis ou aspas! este já é o segundo mac book pro que tenho. disseram-me que chegaria hoje o definitivo, que não teria febres altas, nem dores.
deixem chegar a máquina que logo vos conto as minhas aventuras no reino da Apple
Internet 3G Tecnologia Móvel. Problemas. Até já?!
Uma amiga minha resolveu comprar um portátil e optar por internet móvel, pedido-me uma opinião. Disse-lhe que estava a usar Zapp e que dentro das opções de internet móvel no mercado me parecia a melhor e que estava satisfeita.
No entanto, a minha amiga acabou por comprar a placa da TMN. Suponho que neste caso, e porque ela não tem grande experiência com computadores, o factor decisivo foi a fidelidade. TMN é para ela algo conhecido, enquanto que Zapp não.
Depois de ter configurado o sistema operativo no seu computador novo, a minha amiga preparou-se para instalar o software da placa da TMN. No final da instalação, não aparecia nenhuma caixa de diálogo para ela poder colocar os códigos necessários. Pediu-me ajuda através do cliente de messagens instântaneas, noutro computador, e eu tentei perceber se ela tinha seguido os passos do manual e se tinha dado algum erro, ao que ela me respondeu que não. Tudo tinha corrido bem, só não aparecia a suposta caixa de diálogo. Como nunca tinha instalado uma placa destas disse-lhe para telefonar para a TMN, uma vez que eles poderiam saber do que se tratava e se mesmo assim ela não conseguisse, que me dissesse, que combinávamos um dia e eu via o que se passava.
Da TMN disseram-lhe para ela desinstalar e voltar a instalar, não resolvendo com isso o problema.
Tenho notado que as pessoas que não estão muito habituadas a mexer em computadores e precisam de instalar alguma coisa, mesmo que façam tudo o que diz no manual, têm tendência, quando as coisas não correm como esperado, a achar que é culpa delas, que devem estar a fazer algo de errado, pelo que a minha amiga não voltou a telefonar para a TMN e pediu-me ajuda.
Assim sendo, instalei o software do CD, coloquei a placa e eis que aparece o assistente de hardware do windows. Já me tinham dito que poderia ser necessário instalar as drivers, pelo que fui ao site, mas não encontrei nada que se parecesse com uma actualização ou drivers. O único link para fazer download era mesmo o software que me parecia ser o mesmo que vinha no CD. Pelo sim, pelo não, decidi telefonar para a linha da TMN para confirmar se seria aquela, a actualização necessária. Estive quase toda a tarde ao telefone porque o senhor que me atendeu não sabia o que eram drivers, não percebia que o aparecimento do assistente de hardware do windows se devia ao facto de o computador não saber lidar com aquele novo hardware e teimava em dizer que o problema era do anti-vírus ou de ter ligado o computador por cabo à internet anteriormente. Que tudo o que era necessário estava no CD e por isso tinha de dar. E se não dava, é porque o problema estava no equipamento e eu deveria dirigir-me a uma loja da TMN para efectuar a troca.
Teimosa como sou e em desespero de causa, perguntei novamente em que consistia o software que eles tinham no site. Disse-me que era exactamente o que estava no CD, mas “ligeiramente mais recente”.
Mais recente? Acendeu-se-me uma luz!
Pedi para não desligar, fiz o download do tal software, desliguei a internet por cabo, descompactei, instalei, coloquei a placa e finalmente apareceu a caixa de diálogo, na qual a minha amiga pôde finalmente colocar os códigos necessários e começar a usar a sua internet móvel.
No final, comuniquei ao senhor que a minha amiga tinha comprado a placa há cerca de um mês atrás e era possível que outras pessoas viessem a ter o mesmo problema. O senhor limitou-se a perguntar-me se me podia ser útil em mais alguma coisa - digam lá se não é preciso ter lata?
, e disse-me até já.
Até já, como imagem de marca e sob o ponto de vista do marketing parece-me realmente uma boa publicidade. Mas será conveniente indicar aos operadores das linhas, criadas para resolver problemas como este, para o dizerem também? É que depois deste telefonema só me apeteceu dizer mesmo espero que até nunca mais