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general, blogs, note to myself, this is for you allNovember 8, 2006 1:35 am

A entrada é por aqui:

http://blog.felisberto.net/

A esta, deixa-se online, mas fecha-se a porta! :)

general, note to myself, this is for you allOctober 26, 2006 4:37 am

Aqui já não chove desde a madrugada anterior e quando não chove as temperaturas variam entre os 5ºC e os -2ºC. Fui lá fora. Como é dia de semana, aqui na student village vive-se um silêncio sepulcral. Em frente à porta há uma árvore que começa a perder as folhas. De vez em quando cai uma. O impressionante foi ter conseguido ouvir o som que elas fizeram ao cair!

(são 4h30 da manhã agora e eu estou acordada porque tenho estado todo o dia com dor de dentes - não, os comprimidos não me fazem nada. Daqui a 3h e meia tenho dentista e nunca quis ir tanto ao dentista como hoje. é a segunda vez que lá vou. da primeira, a médica atrasou-se 20 minutos, porque teve um problema nos olhos. eu era a segunda pessoa. ela chegou ao pé de mim, pediu-me muitas desculpas e disse que se eu quisesse esperar, que me atendia, mas se eu não pudesse, que me marcava para outro dia! fiquei tão admirada que primeiro até pensei que não estava a perceber o que ela estava a dizer!)

general, technologyOctober 24, 2006 3:32 pm

São dez. Costumizáveis. E são grátis. Para saberem como fazer, é favor ir ler o post deste cavalheiro. Também queriam que vos dissesse tudo aqui, não?

Eu experimentei e recebi um email do sr. Litle Moo, que é um print robot.

Hello paula

I’m Little MOO - the bit of software that will be managing your order
with us. It will shortly be sent to Big MOO, our print machine who will
print it for you in the next few days. I’ll let you know when it’s done
and on its way to you.

Remember, I’m just a bit of software. So, if you have any questions
regarding your order please contact customer services (who are real
people) at:

http://www.moo.com/service

Thanks,

Little MOO, Print Robot

Muito simpático, este pequeno robot.
Isto tudo faz-me lembrar $apt-get moo
O que me faz lembrar Debian.
Que por sua vez me faz ter saudades.
Talvez arranje tempo para a instalar aqui…

general, this is for you all 1:09 pm

Chegou a Turku, na sexta-feira e a esta altura já deve ter continuado viagem.

É de Setúbal. Saíu de Portugal em 2003 e desde então tem viajado pela Europa de bicicleta. Muitas histórias para contar, 25000 Km e 20 e tal pneus depois, a bicicleta é a mesma. Quer entrar para o guiness.

Quando chegou ao FishMarket, que ocorreu aqui no passado fim-de-semana, despoletou logo grande interesse entre os finlandeses, que lhe faziam perguntas com admiração e entusiasmo.

Que seja uma boa viagem e que encontre em cada paragem abrigo.

general, note to myself 10:15 am

Turku acordou com bandeiras da Finlândia hasteadas quer em edifícios públicos, quer em casas particulares, em celebração do Dia das Nações Unidas. Em Portugal, colocamos bandeiras por toda a parte quando há futebol.

Aqui há mais informação.

generalOctober 20, 2006 7:12 pm

… ao sr aqui do lado. De presente, um tipo de arte que descobri há pouco tempo. Há mais aqui.

general, technology 5:48 pm

Wheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee….

general, music, blogsOctober 19, 2006 4:55 pm

Aqui está uma nova música de Merankorii. Podem ouvi-la ali ao lado. Queria falar-vos dela, mas tem lá tanta coisa, que preciso de mais tempo :)
Aqui continuam a poder mostrar que acreditam nesta banda.

generalOctober 15, 2006 3:18 pm

general 3:17 pm

alguém me perguntava, aqui há tempos, se a foto do rio era a vista do meu quarto. não. do meu quarto, olhando para a esquerda:

e debruçando-me na janela, olhando para a direita:

generalOctober 10, 2006 8:02 pm

Primeiro olhei para as St Paulias, ams lembrei-me que a Susana me deu uma, em tempos e não poderia ter outra. Depois olhei para as roseiras em miniatura, mas lembrei-me que quando fui viver três meses para o Porto, a Manela deu-me uma.
Optei pela couve! Quando as folhas velhas (de baixo) forem caíndo ou sendo retiradas, ela acaba por crescer como uma árvore.
É para cuidar. Claro que não é para comer, seus desagradáveis!

generalOctober 9, 2006 11:01 pm

acho que foi a primeira vez que vi uma imagem tão parecida quanto as dos gansos das figuras do livro do Nils Holgersson

general, this is for you all 8:38 pm

Saí de Portugal há mais de um mês. E agora que já tenho internet no quarto, começo a ouvir a Antena 1 e as notícias. E porque quando estava em Portugal estas respostas da senhora Ministra da Educação me pareciam já repetitivas, apeteceu-me falar sobre elas.

Houve no passado dia 5, e segundo a antena 1, uma das maiores manifestações de sempre dos professores, em Portugal. O jornalista da Antena 1 foi confrontar a Ministra da Educação, a qual responde algo como:

Não sei, não acompanhei. Não estava. Não acompanhei

Aqui o jornalista faz uma pausa. E eu compreendo esta pausa. Depois de uma resposta destas, o jornalista (sentido-se atarantado, de certeza) deve estar a pensar: “Ter-me-ei enganado? Será que vim falar com o Ministro da Economia em vez da Ministra da Educação?”

E é talvez por causa desta pausa, que a senhora ministra segue:

“O que é que quer que lhe responda?”

E, claro, a partir daqui a notícia tem os segundos contados. O que mais há-de o jornalista perguntar? O que é que se pergunta mais a um aluno que não faz os trabalhos de casa e não acompanha a matéria?

general, art, music, this is for you allOctober 5, 2006 8:22 pm

Eu sei, há sempre alguma coisa que queremos comprar e quase sempre temos de fazer contas à vida. Mas cada parte custa $10, e $10 não é assim tanto (quem puder pode comprar mais, claro!).

E a música é linda. Lembram-se do Interlude?

Bom, isto tem tudo a ver com SellABand, é para ir aqui ver como é, e seguir as instruções.

Se ainda não conhecem, podem ouvir aqui, através dos vários links que o autor disponibiliza.

Depois de ouvirem, vão perceber porque sou eu um dos “Merankorii believers” e vão querer ser também :)

Ah e está em 5º lugar no SellABand, vamos todos dar uma mãozinha e puxá-la mais para cima?

generalOctober 1, 2006 6:00 pm


general, note to myself, yesterday was dramatic, today is okSeptember 28, 2006 12:20 pm

Ontem, cheguei da aula de Finlandês e ao passar pelo gabinete da Ilse, disse-lhe.

E ela perguntou: "Oh, and what did you learn today?"

E eu logo: "Mitä sinä syöt aamulla?"

O Tuomas, que nesse preciso momento passava no corredor disse qualquer coisa em Finlandês que a Ilse se apressou a traduzir:

"He says he is very well, thank you" 

E eu: "Oh! But I was asking what you eat at breakfast!" 

general, note to myselfSeptember 26, 2006 2:58 pm

No meu corredor há:

- um italiano e uma italiana (esta menina é da terra do Virgilio, do poeta que guia Dante na Divina Comédia);

- duas peruanas;

- uma francesa;

- duas castelhanas e um castelhano que só lá vai dormir;

- uma polaca;

- uma alemã.

São doze quartos, mas não faço ideia do quem é o número 12. E partilhamos todos a cozinha. O italiano, Roni, de seu nome, não sabe quase nada de inglês e decidiu que em vez de aprender melhor inglês seria melhor ensinar italiano.

No primeiro encontro com uma das peruanas, estava ele na cozinha a preparar a comida e a peruana pergunta-lhe:

- Do you live here?

Resposta rápida do Roni: 

- No (ler nó)

A moça pensou que não tinha pronunciado bem ou que tinha falado muito rápido e repetiu:

- Do you li-ve he-re?

Resposta pronta:

- No, No 

Ela contou-nos que foi para o quarto a pensar "If he doesn’t live here, what the hell is he doing in my kitchen?!" 

 

Esta moça anda a prender italiano, diz ela que é para conseguir falar com o Roni… As mais das vezes, estamos uma portuguesa, os italianos, as peruanas e as castelhanas: é uma algarviada que enm vos conto!

general 2:45 pm

general, note to myself 2:42 pm

Distâncias

Estou bastante aborrecida com estas pessoas de Turku! Até agora, eu detinha o título de "não ter qualquer noção de distância". Não havia ninguém que calculasse tão mal as distâncias como eu. Algo que fosse já ali, demorava, na realidade, dias a chegar. Algo que fosse pequeno era, realidade, grande.

Mas as pessoas de Turku (não sei como se chama um habitante de Turku) conseguem arrebatar o título, na maior das calmas! Dizem eles que Turku é uma "small city"! Small, imaginem. As ruas são largas, duas vias em cada sentido, mais a estrada das bicicletas e finalmente a estrada dos peões. Os prédios não são muito altos, de facto, mas alongam-se como comboios. E os mais antigos têm um pé direito de antigamente! Small, dizem eles. E ainda perguntam "And Coimbra?" Que posso eu dizer? "Tiny".

 

Cadernos

Os finladeses têm uma tara por cadernos quadriculados! Não se encontra um caderno de linhas! Bem, há cadernos pautados, mas das duas uma, ou têm bonecos na capa (!) ou são tipo diário (capa dura, forrados a tecido ou pele). Nem nas papelarias maiores, de encher o olho a qualquer estudante, encontrei um caderno de linhas digno de tal nome. Conclusão: lá vou eu de caderno com um urso na capa para o curso de Finlandês!

 

Frutos silvestres, geleias e doces

É outra tara desta gente! Tudo o que seja framboesa, morangos, amoras, bagas e sei lá mais o quê! Em todo o lado: bolos, pão, e até no prato principal! Também se passam com cogumelos, mas este ano estão muito caros, já que tiveram um ano muito seco.

 

Pássaros

Tal como em Uppsala, têm aqui uns pássaros da família dos corvos, muito chinfrineiros. E outros enormes, pretos, brancos e azuis. Os finlandeses estão para estes pássaros como nós estamos para os pombos e os pardais. Quando eles voam baixo sobre as ruas da cidade dá vontade de nos virarmos para um Fin e dizermos "Wow, Hitchcock must have been here, just before shooting Birds"

 

Passadeiras

Se o sinal fica verde para os peões, significa que podem passar em segurança, certo? Errado. Nos cruzamentos, apesar de estar verde para os peões e os carros à vossa esquerda pararem é possível que passem carros pela direita. Nunca reparei se isto em Coimbra também é assim, mas aqui as ruas têm todas dois sentidos e nos cruzamentos os carros páram à vez. lá mais para a periferia da cidade, há ruas com três sinais: um para os peões, um para os carros que vão em frente e um para os carros que mudam de direcção (estes dois últimos quase de costas um para o outro). se não perceberem este pedaço de texto, não faz mal: eu ainda ando desorientada com o tráfico.

A sorte é que a maior parte das pessoas usa bicicleta. Sorte ou azar, já que depoisd e atravessarem a estradas dos automóveis devem parar na bordinha do passeio e verificar se não vem nenhuma bicicleta, para então poderem passar para a estrada dos peões!

Se alguém numa bicicleta levantar o braço, não significa que vos esteja a cumprimentar. Preparem-se que o condutor vai mudar de direcção! 

Quando atravessam as passadeiras vão sempre em frente, de um lado ao outro da rua. Nada de diagonal, nem de mudar de direcção a meio! se o fizerem, os ciclistas desorientam-se e vocês arriscam-se a levar com uma beleza daquelas em cima! Se forem sempre a direito não há problema que eles conseguem desviar-se.

 

Horários

Às quatro da tarde, esta gente começa a preparar-se para ir para casa! São 17h32 neste momento e estou cá só eu e uma professora que veio cá tirar umas fotocópias! No prédio inteiro de três andares!

 

Respiração

Eu bem imaginava que havia problemas de respiração e agora que começo a reconhecer algumas palavras e a atentar no que os Finns falam, não há margem para dúvidas: eles não conseguem respirar e depois ficam muito aflitos e falam enquanto inspiram o que dá um som aflitivo de como se estivessem a ir buscar ar lá mesmo em baixo para conseguirem dizer o resto! E quando acabam ainda inspiram mais um bocadinho e fazem um ah!

Quer dizer, para eles é normal, para mim é que é aflitivo ouvi-los!

 

Tinha mais coisas para vos dizer, mas fico por aqui hoje! 

generalSeptember 21, 2006 3:25 pm

…, saídas para namoradas ou (nos casos mais atrevidos) entradas para namorados, como antigamente?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde que vi esta casa, a caminho da Student Village, que não em canso de olhar para ela. Deve ser do verde. Descobri há pouco tempo que está para venda (suponho que apenas uma das partes). Se alguém me quiser dar 55000 euros, fica a saber que serão muito bem empregues emoticon

general, this is for you all 1:32 pm

fiz um upgrade no blogsome e deu asneira. enquanto não sei se se pode resolver fica assim mesmo. assim que tiver uma solução logo vos digo :(

general 12:25 pm

Bárbara, Gamito e Hugo: que me dizem desta desarrumação? ;)

generalSeptember 13, 2006 2:42 pm

… por este cavalheiro.

quando fores etiquetado tens que escrever seis informações aleatórias sobre ti. Depois escolhes seis pessoas para etiquetar e lista os seus nomes.

1. Gosto de observar os pormenores.
2. Adoro Turku e queria ficar cá para sempre.
3. Sou perdida por chá verde e por queijo.
4. Prefiro os livros usados.
5. Às vezes, sou um bocadinho resmungona. Talvez um bocadinho mais do que um bocadinho…
6. Adoro o meu trabalho.

As vítimas (algumas que eu queria já foram etiquetadas :( ):

1. o Homem do Leme
2. o 2.5
3. o Gustavo
4. o nosso umbigo
5. o Tope
6. a Lua em fogo

generalSeptember 6, 2006 4:53 pm

É só papelada! Student Union, Student Card, Bank Account, Starting Package fee, Rent, International Student Guide, Student Village Guide, Newsletters about activities (sauna, concerts, sports) eu sei lá que mais.
Os serviços fecham às duas e com o Introductory Course for International Students mais work, acabo por não ter muito tempo para escrever aqui.
Mas queria fazer um post sobre perigos em Turku:

1 - os pés: os caracóis atravessam a estrada e ver uma carnificina pelo caminho.
2 - as bicicletas: não se ouvem, só damos por elas quando ouvimos um silvo fininho e uma travagem brusca. No passado fim-de-semana ía sendo atropelada por uma! É preciso andar com os ouvidos bem abertos e quando mudamos de direcção convém olhar para trás. As bicicletas também podem ser perigosas para os ouriços cacheiros, ontem assustei um com um shoo que estava bem no meio da estrada das bicicletas (aqui há estrada para carros, estrada para bicicletas e se tiverem sorte um bocadinho para peões :) ).

general 4:06 pm

Turku parece ser uma palavra russa para mercado. Aqui está ele, todas as manhãs excepto Domingos.

generalSeptember 3, 2006 8:32 am

O meu quarto fica em frente a um pub chamado “Three beers”, e não podia ser de outra forma, já que aqui uma é mentira. Ao fim de semana, é ver gente com um saco ou pack de cervejas numa mão e uma aberta na outra. Moro ainda ao lado de um cemitério. Os cemitérios aqui (como na Suécia) têm imensas árvores e arbustos, pelo que se encontram lebres, coelhos e outros animais.
Ontem, fui fumar um cigarro à porta da residência e qual não é o meu espanto quando vejo este pequenino a atravessar a estrada numa correria. Lá ficou entre a relva do jardim.

generalSeptember 1, 2006 6:35 pm

Gabinete só para mim, com o meu nome e tudo!


Tutkija=researcher

general 6:10 pm

a primeira coisa que fiz foi tirar os (poucos) livros que consegui trazer e pensei “tenho a casa a arrumada”…

depois olhei para a direita…

depois para a esquerda…

e só me apeteceu gritar!

general 6:06 pm

a jantarada que o sr Cardoso e o sr Gamelas fizeram nos últimos dias que estive em Coimbra. dizem que o sr Gamelas veio de propósito do Porto com a receita fechada numa mala à prova de tudo com código.

generalAugust 31, 2006 6:41 am

afinal, sempre voltei antes de chegar a Turku. seis horas no aeroporto de Amsterdam é dose… mas podia ser pior, podia estar em Milão :D ou ainda pior, podia, como o Jason, que acabei de conhecer, ter passado as últimas 18h dentro de um avião… dos EUA para cá.. :P
Sortudo, que vai de férias para Itália e Grécia…

generalAugust 30, 2006 4:11 pm

agora só volto a esta casa, quando já estiver em Turku.

generalAugust 25, 2006 4:50 pm

Pois é, o sr. Anonymous já chegou de Amsterdam. Parece que nos trouxe fotografias. Esperamos como a raposa.

general, blogs 4:03 pm

É na casa do sr Sérgio. É favor lá ir e ver como votar. Afinal, é só até ao final de Agosto. E podem escolher prémios!

general, music 3:23 pm

Primeiro estive doente - mas quem é que tem uma amigdalite e uma gripe em pleno Verão?! - depois (e ainda) tem sido uma correria, arranjar tudo para a viagem, deixar o trabalho pronto, preparar o novo trabalho. Por isso, nem um olá tenho dito por aqui. Mas estou cá em casa, só ando meio caladita…
E sei que vocês também estão :)

A imagem é pela música ali do lado. Cherry Blossom é uma flor (aparece nos candeeiros que a Charlotte compra para o quarto de hotel).

generalAugust 9, 2006 11:22 am

Segundo o Diário de Notícias de hoje, “o Governo português autorizou que um avião israelita de transporte militar fizesse uma escala técnica na Base das Lajes, no arquipélago dos Açores, na semana passada.”

A razão para ter sido dada autorização parece prender-se com o facto de o avião transportar “material bélico não ofensivo”.

O adjectivo bélico é empregue quando nos queremos referir a algo que diz respeito à guerra ou que é próprio da guerra, pelo que a frase me parece um paradoxo.

A não ser que o iluminado que deu a autorização tenha pensado “Bem, o material bélico está lá dentro do avião, muito bem arrumadinho. Ninguém está a ameaçar ninguém com aquele material, neste momento. Se calhar, aquilo deve até estar tudo desmontado e se alguém se lembrar de ameaçar alguém, ainda deve demorar um bocadinho de tempo a montar tudo e tal…”

Se para além de iluminado, também for um inocente, deve ainda ter acrescentado ao seu pensamento, “Para além do que, ninguém nos diz que tal “material bélico” venha a ser usado de forma ofensiva. Não. Talvez o Governo Israelita o transporte pelo puro prazer de transportar. talvez nem o venha a usar nunca. Perfeitamente possível!”

Também se pode dar o caso, da alma que deu a autorização levar as coisas para o lado mais pessoal e não se ter sentido ofendido com a escala técnica do avião…

Existirá material próprio da guerra não ofensivo? Poderá alguma guerra não ser ofensiva?

generalAugust 2, 2006 2:29 pm

a mim, que estou enfiada na Geral, acabaram de me convidar para tomar um gelado. no intervalo do trabalho, bem entendido.
também queriam amigos assim, hein? i am a lucky girl :)

generalJuly 31, 2006 4:38 pm

Toda a gente vai de férias!
O sr. Anonymous [o cavalheiro do acentos, lembram-se?] desta casa, que ultimamente anda muito caladinho, vai amanhã para Amsterdão. Eu, de Amsterdão, só conheço o aeroporto e digo-vos que é dos melhores pelos quais já passei (e olhem que ficar quase cinco horas num aeroporto é dose!).
Talvez o cavalheiro nos traga fotografias, como esta :)
Uma excelente viagem para o sr Anonymous!


from Wikimedia

generalJuly 19, 2006 10:28 am

A conferência correu muito bem. Não há nada melhor do que contactar especialistas na área em que trabalhamos, perceber as dificuldades e as soluções encontradas. E é muito gratificante ver professores da área das Humanidades e Ciências Sociais a organizarem-se em torno de técnicas e procedimentos inerentes às novas tecnologias para melhorarem e desenvolverem as suas ciências.
Interessados. Verdadeiramente interessados em perceberem um mundo, no qual não cresceram. Dá vontade de incentivar e ajudar, só pelo prazer de ajudar :)
Vim de Siegen muito optimista :)

generalJuly 13, 2006 5:13 am

“um fumador distinto usa sempre os smoking points

distinto, é como quem diz, preocupado com o bem-estar do gajo ao lado… se bem que há por aí muita gente, com transporte público à porta de casa, e que só utiliza o seu automóvel, e quando vem com aquela conversa do “a menina está a prejudicar o ambiente”, só dá mesmo vontade de ser tudo menos distinto :P

de toda a forma, melhor ser distinto do que passar 5 horas no aeroporto de Milão sem uma única janela para fumar um cigarro.

generalJuly 3, 2006 11:06 am

há dez dias que não actualizava esta casa! acho que nunca estive tanto tempo sem escrever aqui, mas a verdade é que a semana anterior foi recheada de deadlines. mas não foi essa a única razão: o meu trabalho ao computador está bastante mais lento. razão? o meu laptop não tem números, nem sinais, como parentesis ou aspas! este já é o segundo mac book pro que tenho. disseram-me que chegaria hoje o definitivo, que não teria febres altas, nem dores.
deixem chegar a máquina que logo vos conto as minhas aventuras no reino da Apple :)

generalJune 23, 2006 7:52 am

não consigo entrar no o convicto, nem no o sempre convicto, nem no ser jovem implica :(
alguém consegue?

generalJune 20, 2006 7:27 am

A foto que me pediste para tirar, na última vez que estivémos juntas:

general, technologyJune 18, 2006 9:12 pm

Well, searching on the web about this, i found out that most people are thinking: (mac os x + linux + windows) - rebooting = Leopard

The thing is that Apple is not talking about Boot Camp anymore. Now, they are talking about Parallels.

With Boot Camp you could boot in windows or in Mac OS X. With Parallels you can have a window with windows or linux in your Mac OS X desktop!

I was using Boot Camp just because i need a windows app for learning languages. So every time i wanted to practice i had to reboot my machine. Really insane!

I suppose that with parallels you have a slower machine, but as i said i just need ONE app from windows :)

generalJune 16, 2006 9:42 am

i have some readers that are registering in this blog. i do not know if they are registering to save their data as readers or if they want to write here.
so, if you registered, please tell me ( sofiabento at gmail dot com ) if you want to post or if you want to be just a reader
the last person registered (Mekhi) gave a invalid mail, please, correct this.

há leitores que se estão a registar nesta casa. não sei se para guardar os dados como leitores ou se para escrever.
assim, quando se registarem enviem um email para sofiabento at gmail dot com dizendo se querem ser apenas leitores ou se querem escrever posts
a última pessoa que se registou (Mekhi) deu um email que não funciona. por favor corrija isto.

generalJune 14, 2006 3:05 pm

As tecnologias têm destas coisas, poder comunicar em tempo real com um grande amigo que acabou de chegar a Rishikesh.

generalJune 12, 2006 12:18 am

general, this is for you allJune 7, 2006 10:01 am

Antes de mudar para a Blogsome, tinha um blog aqui. Raramente volto lá, embora ele continue online. O certo é que fui lá hoje e fiquei boquiaberta com as seguintes estatísticas: 797 visitas ontem e uma média de cerca de 69 visitas por dia. Para um blog que não é actualizado.
Podem ver o as stats completas aqui.

generalJune 6, 2006 7:37 am

Hoje o O Homem do Leme entra para a irmandade do anel.
Eu ía desejar muitas felicidades, mas depois lembrei-me que somos nós quem constrói a nossa própria felicidade. Assim, desejo que construam o futuro juntos.
Não sei se dois é muito mais fácil do que um, mas de certeza que deve ser bem mais divertido e reconfortante.
Tudo de bom para estes recentes membros da irmandade do anel :)

generalMay 22, 2006 8:21 am

é uma sorte estar aqui em Portugal. para conseguir apanhar o avião em Brindisi, às 6h da manhã de ontem, estive dentro de uma carripana-táxi, durante cerca de vinte minutos, a 160km/h, passámos sinais vermelhos, fizémos marcha-atrás numa via rápida, pisámos traços contínuos e andámos um pouquito em contra-mão. mas o homem conseguiu colocar-nos no aeroporto a tempo de apanharmos o avião. uff!!

generalMay 19, 2006 11:03 pm

hoje torcemos por alguém que foi a uma entrevista.

generalMay 18, 2006 11:55 pm

Não dá para vos falar de tudo o que me apetece. São 13h49m e ainda tenho de verificar umas coisas. A viagem até Milão, se exceptuarmos a turbulência e os enganos nas partidas e chegadas pelo piloto, que provocaram o pânico, foi boa. De Milão a Brindisi foi melhor. O aeroporto de Milão é o exemplo acabado do fundamentalismo. Depois explico porquê.
A cadeira e a mesa a que estou sentada têm a altura perfeita para a minha :)
Ah e tenho Wi-fi no hotel :)
Ainda não tenho uma opinião formada sobre os italianos, de qualquer forma quem quiser que eu lhe leve um, peça :D

general 12:22 pm

estou no aeroporto de Lisboa, onde um avião me vai levar a Milão e depois a Brindisi. aí teremos de arranjar transporte até Lecce. chegaremos lá de madrugada (aqui há um mapa - danka). sexta-feira de manhã temos a apresentação formal e pública do mestrado à Universidade de Lecce, onde estará o Reitor. sexta à tarde e sábado é para trabalhar: finalmente! :)
até breve

general 1:21 am

eu cá também, ali adiante, muito pertinho, quase aqui ao lado..

generalMay 15, 2006 12:10 pm

Pronto. IVA e IRS tratados. Depois de um fim-de-semana de ansiedade.
A declaração do IVA é das coisinhas mais incompreensíveis que já se viu…
O pagamento de impostos deixa-me sempre uma sensação desagradável, se ao menos me pudessem dar a certeza de que eles seriam bem empregues…
De qualquer forma, os meus deveres relativamente a esta matéria estão realizados, quer dizer, pelo menos até receber uma cartinha do IRS a dizer quanto vou ter de pagar.

generalMay 11, 2006 3:37 pm

A man can be happy with any woman as long as he does not love her.

Primeiro, assustei-me, mas depois vi que a citação é do Oscar Wilde e fiquei mais sossegada :)

general, history, journalismMay 5, 2006 8:07 pm

Foi através do O Homem do Leme que dei conta de um post fabuloso sobre a desconstrução do discurso (poderei chamar-lhe mediático, informativo?) no A Sombra.
O tema é a criança de um poster de Abril e a partir desse post, e porque me despertou interesse a análise feita, decidi ler a entrevista que a tal criança deu aos 33 anos ao Correio da Manhã (link disponível a partir do A Sombra - é para lá ir, pois!).

A entrevista ao Correio da Manhã do puto do poster oferece-me alguns comentários e questões:

Na verdade, a razão de eu não querer dar entrevistas é que saí de Portugal aos 18 anos. (sic)
Foi esta a razão. Não foi uma das razões, foi a razão. Mas quem é que sai de um país porque não quer dar entrevistas?
Antes o entrevistado até tinha dito que sim, que na escola lhe falaram do 25 de Abril e da revolução, mas que nunca disse nada sobre a fotografia. E mesmo a seguir a dar a entrevista, ninguém me fez perguntas. Não sei porquê. Eu nunca disse, nem nunca ninguém me perguntou absolutamente nada.

Realmente, eu sou muito ignorante. Eu pensava que o símbolo de Abril era o cravo, a Vila Morena, pessoas da Revolução, o povo, afinal não, parece que foi um puto:
É um bocado irónico que o miúdo, o símbolo de Abril, tenha saído do país. (negrito meu)

Mas um puto com consciência, que logo a seguir diz finalmente a verdade sobre a razão que o fez sair do país:
Para fazer gestão de empresas numa universidade no Norte de Inglaterra.

Por último, acho muito bem que tenha imensa vergonha por nunca ter votado. Se não está informado, que se informasse. É um direito que a Constituição, no ponto 1 do seu artigo 37º lhe dá:

1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.

Se mesmo assim, não podia votar em consciência, há sempre o voto em branco. Alguém lhe devia falar no voto em branco.
É que não ir votar, diz que não se quer saber do sistema político do país, mas o voto em branco diz que queremos continuar numa democracia, queremos continuar a votar só que não há nenhum candidato que vá de encontro ao que defendemos.
Eu continuo a defender que há uma grande diferença entre o não ir votar e o votar em branco.

Parece que afinal é uma questão de TPC:
Tenho de me esforçar para saber mais sobre política portuguesa. Não sei o suficiente para votar em consciência.

Decididamente, há putos que me irritam. Principalmente quando, com 33 anos, conseguem dizer tanta tolice junta.

Por fim, gostaria de voltar a salientar o excelente post do A Sombra. É necessário a desconstrução e análise do discurso, de um cartaz, de um jornal, de uma rádio, de uma televisão, de um web medium.
Há uns anos, um jornalista estava numa manifestação e precisava entrar em directo no jornal televisivo, mas não tinha sinal para transmitir a partir do local. Agarrou em meia dúzia de manifestantes, levou-os numa carrinha para um local da cidade onde tinha sinal, pediu-lhes para se manifestarem, o câmara fez um plano fechado e o jornalista fez o directo como se estivesse no local preciso da manifestação.
Não me parece muito grave, ainda para mais que, em televisão a falta de imagem pode matar uma notícia. Mas é bom que as pessoas saibam como estas coisas se fazem, porque estas técnicas, quando usadas de forma honesta, podem cumprir a sua missão de informar, mas também podem ser usadas para deturpar a mensagem. E isso, sim é que é realmente perigoso.

general 3:41 pm

um passo em frente :)

Gare St. Lazare, Paris
Henri Cartier-Bresson

general 7:48 am

Chego sempre bem cedo ao gabinete, à hora em que a Brigada Assassina ronda o espaço. Hoje fiz disparar o alarme! Eu nem sabia que o meu gabinete tinha alarme! Então era ver as funcionárias todas à procura do que poderia ter disparado o alarme! Por fim, lá se chegou à conclusão que devo ter sido! :)

general 7:44 am

In this house, we have a reader from Sweden. Welcome! :)
The internet conection says that he or she come from Lund, but, in fact, he or she can be in another city of Sweden.
I had a dear friend in Sweden, i think he is in India now, and when i was in Stockholm i met his girlfriend, a really nice girl. I miss those two, they make a beautiful couple.
In Uppsala, i made nice friends and i just love to work with them.
So, every time i see Sweden i have always a good memory. And do not forget, this is the land of Bergman too :)

generalMay 3, 2006 2:10 pm

Uppsala is a city very similar with Coimbra, full of students. But the life there is what i call quality of living. Gardens everywhere and this beautifull river where we can just sit at luch time or at the end of the afternoon. I really miss Uppsala.

generalMay 2, 2006 9:36 pm

Hoje lembrei-me de ti. E há tanto tempo que não te rememorava. E foi uma tolice, meu querido. Nem sei eu bem como foi. Nem havia razão, vê bem. Estava a fazer algo trivial, que nunca fizémos juntos até. E, de repente, dei por mim a pensar que seria algo que poderíamos ter feito. E foi esta possibilidade impossível que me fez rememorar-te.
(…)
Vê lá a minha tolice, meu amor, lembrar-te por algo que nunca fizémos e que, eventualmente, poderíamos ter feito.
(…)
És muito gentil, mas eu bem sei que sou uma tola.
(…)
O que estava eu a fazer? Olha, meu querido, já nem sei, vês? Apenas dei por mim a pensar que o poderíamos ter feito juntos. E era tão trivial, quase insignificante… Talvez nos tenha faltado isso, meu querido, o trivial, o rotineiro, o quase insignificante. Tudo era feito num estonteamento da novidade, e só fazíamos juntos aquilo que fosse importante, lembras-te? O resto cada um fazia por si.
(…)
Não, meu querido, não volto atrás. É que às vezes dou por mim a pensar nestas coisas do como teria sido se. Tu bem me conheces. Logo, logo isto passa-me.
(…)
Estou bem, não te preocupes, a sério que estou bem, meu amor. Olha, encontrei um vaso, para colocar na entrada, quase igual ao verde que se partiu. É verdade! Só o vendo com muita atenção se diria que é diferente!
(…)
Sim, faz-se tarde. Até amanhã. Não te deites tarde, meu querido!

generalApril 21, 2006 1:59 pm

Hoje é dia de Feira do Livro e café no Tropical! :)

generalApril 19, 2006 9:25 pm

[aviso: o meu discurso encontra-se particularmente acintoso hoje, pelo que se desaconselha a leitura deste post a pessoas mais sensíveis]

Não me lembro se alguma vez utilizei este cumprimento. À luz desta distância parece-me que o devo ter feito uma ou outra vez porque recordo a sensação do ridículo, pretensioso até, de tal cumprimento.
Hoje considero-o corporativista, próprio de um grupo fechado que pretende continuar fechado.
O que é que alguém quer dizer com cumprimentos académicos que não consiga dizer com cumprimentos?
O cumprimentos académicos serve, quanto a mim, duas funções: ou se trata de um email (ou vários) para uma lista a avisar qualquer coisa mais ou menos oficial e remata-se com tal cumprimento, como quem diz, este mail é uma grande seca [vocábulo introduzido em Portugal pelo acutilante Eça], mas vocês vão desculpar que é em nome da academia; ou se trata de puro corporativismo: eu pertenço a este grupo, eu faço parte da academia e como tal tenho uma linguagem própria, transmitida de geração em geração, apanágio apenas daqueles que pertencem ao mesmo grupo do que eu. Enfim, a carneirada tem de se reconhecer de alguma forma.
Depois há os outros, aqueles que utilizam porque viram utilizar e lhes parece tal expressão senha de entrada ou regra instituída.
Mas quantos já se interrogaram sobre este cumprimento?
E isto das palavras rememora-me outra, que por sinal é muito boa de se dizer, mas que acaba por ter um significado execrável.
Muitas vezes se utiliza a expressão devemos agir com urbanidade. Quer isto dizer que devemos agir com delicadeza; civilidade; cortesia; afabilidade [in Priberam].
Mas atentemos na raíz da palavra: urbe; resquícios do séc XIX [e XX!] em que a cidade era sinónimo de civilidade e cortesia!
É que muitas vezes usamos as palavras e as expressões sem pensar no que elas guardam.

generalApril 11, 2006 9:07 am

às evzes não preciso que me digam nada, só preciso que me façam falar!

e foi assim que ainda agorinha alguém no messenger me disse:

***** diz:
belo serviço que fizeste
***** diz:
:P
paula diz:
oh
paula diz:
não me digas nada
***** diz:
mas de onde vem aquilo verde?
***** diz:
no css n ta nada…
paula diz:
no editor
paula diz:
ficou assim
paula diz:
tudo para baixo
paula diz:
ah espera
***** diz:
mexendo no css
***** diz:
so altera o primeiro post
paula diz:
obrigada
paula diz:
já descobri
paula diz:
danka!!!! 
 

Pensei: se só altera de um certo ponto para baixo, só pode ser o raio de uma tag aberta e que não foi fechada, então fui lá e a casa já não está verde! :)  

generalApril 7, 2006 11:32 pm

A casa dos Bons Dias faz um ano hoje. Parabéns :)

general, note to myselfApril 3, 2006 5:39 pm

Well, a post with strange and word in the title is irresistible to me, so i clicked and found:

Defenestration

Very usefull to all women! :D

general, technology 4:01 pm

Cheguei à Biblioteca Geral e bati com o nariz na porta. Começava a precisar de uma dose de cafeína e de uma mesa onde estender o laptop, pelo que rumei ao Tropical, onde estou a escrever este texto ao som dos Editors :)
Graças à Zapp!

Acho que estou a ficar viciada em computadores! Há quem diga até que tirei o curso errado…

general 3:49 pm

No dia da mentiras, disseram-me uma coisa, mas nesse dia não me liguei à internet, pelo que só soube no Domingo. E pensei, na altura, que fixe! - a minha geração ainda diz que fixe! - Então, não querem lá ver?
Mas não, afinal era mentira! :P

generalMarch 29, 2006 9:31 am

Fui eu que o viciei no Mutts :)

generalMarch 27, 2006 11:32 am

I told you about PostSecret once. Today i found out that someone claim there to have discovered the solution to Riemann Hypothesis.

How strong is your wish to discover something like this?

general, note to myselfMarch 22, 2006 10:51 am

(acho que gostei tanto de voccê que quero levar pra casa …rsrsrsrsrs)

general, technologyMarch 17, 2006 4:11 pm

I am trying to learn italian. This is really a stupid thing because i just want to learn italian in order to read a book that i can not find in other language: Operette Morali by Giacomo Leopardi.
Well, i am not the only one: the first portuguese translation of Faust by Goethe was made by a portuguese diplomat that learned deutsch specifically to do it :)
My friends think i am crazy because they believe who knows portuguese must understand italian, but i just can not understand it.
So i was looking on the web for something that i could learn by my own and i found a podcast to learn it.
It is very funny because they explain things in english, but their english is like singing.
If you want to give it a try here is the link to Learn Italian Pod.

And i am going to give you the link to the podcast manager i am using:

generalMarch 5, 2006 11:20 pm

Procuro a porta do Garrett, mas não encontro. Os passos levam-me até à Rua das Flores.
Abro uma porta branca com vidros quadrados que se encontra no trinco e imediatamente invade-me o cheiro do papel antigo e a calma dos livros sobreviventes ao tempo empilhados em estantes, em mesas, no chão, numa desarrumação caótica que me é familiar.
Leopardi? Opera Moral?
Saio com o cuidado de fechar o trinco da porta.
Entro numa porta vermelha ao lado. Um som agudo anuncia a minha presença.
Leopardi? Opera Moral?
Enquanto o senhor procura, leio na estante Lanterna Mágica Ingmar Bergman
Deixo o senhor embrulhar o livro em papel branco e fino.
Preparo-me para subir a rua. Devia colocar o livro na mochila, porque começa a chover, mas apetece-me levá-lo, assim de encontro ao corpo a sentir-lhe o macio do papel e a prever o instante em que me irei sentar na Ateneia, defronte de um café, com tempo de descobrir esta história.

general, note to myselfMarch 3, 2006 3:51 pm

generalFebruary 25, 2006 3:51 pm

:)

generalFebruary 24, 2006 9:34 pm

Imersa no silêncio característico de uma biblioteca, trabalho sempre melhor.
Depois há as estantes de madeira escura e o cheiro dos livros.
A sala envolta na penumbra acalma, quando necessário.

[Em breve mais notícias sobre bibliotecas]

general 3:51 pm

cadeiras azuis, mesas brancas, quentinho, wireless, estantes e estantes de livros ao redor de mim. é pena ser branca e não castanha escura.
Nostalgia do Tarkovski e O Sangue dos Outros da Simone de Beauvoir para levar para casa.
o lugar perfeito para trabalhar :)

generalFebruary 23, 2006 6:03 pm

NOVA: And what about male pregnancy?

AV: Well, we tend to think of parental care as being the responsibility of the female, but that’s because we’re mammals. In birds, if you think about it, both parents usually care for the young. And in fishes, people are often surprised to learn that usually the parental care is given only by the male. Now parental care in fishes usually involves just guarding the eggs, fanning the eggs, making sure they get enough oxygen and they’re clean. The seahorses are the most extreme example of fathers providing the care that we know in the animal world. Because they guard the eggs all right, but they guard them on their body. They also provide oxygen through a capillary network in the pouch, and they also transfer nutrients, and they control the pouch environment so that it changes during the pregnancy to become more like salt water. This then is an extreme example, but presumably instead of producing many small young, the seahorses produce fewer, but better developed and larger young.

in Kingdom of the Seahorse

general, musicFebruary 20, 2006 4:40 pm

E como celebrar?
Na setinha ao lado, invocando Edgar Allan Poe [Obrigada, Gabriel]

general, this is for you all 11:27 am

Refª nº 1/A

Procura-se:

Instituição de Ensino Superior com as seguintes características:
- ter responsáveis que coloquem a instituição com um nível de prioridade máxima;
- considere os alunos como prioridade máxima;
- mantenha e/ou eleve o nível de exigência e excelência do ensino que ministra;
- aposte na inovação;
- valorize a formação pós-graduada;

Oferece-se:
- dedicação;
- trabalho sem horário (dia, noite, fins-de-semana);
- boa capacidade de trabalho e espírito inovador;
- vontade de aprender e ensinar.

Respostas para sofiabento@gmail.com com Refª nº 1/A, no assunto.

generalFebruary 15, 2006 10:50 pm

aquando do primeiro amor, ela convenceu-se de que a felicidade não seria possível ao lado dela e boicotou um amor imerso em ternura.
aquando do segundo amor, ela valorizou a estabilidade e o companheirismo até perceber que nada disto tinha.
aquando do terceiro amor, ela não conseguiu resistir até perceber que a compatibilidade dos corpos não basta para criar a cumplicidade da semelhança.

às vezes, quando damos muita atenção a uma pessoa que não está habituada, ela pode pensar que está apaixonada.
na maior parte das vezes, ela não está.

quando ela ouviu isto, não acreditou, até perceber que era verdade.

nesse instante, ela resolveu todos os assuntos pendentes, comprou uma viagem só de ida para Amsterdão e agora vive em Leidse Dwarsstraat. recebi notícias dela há pouco tempo e diz-me que é feliz.

general 10:22 am

Forget about opposites attracting. We like people who look like us, because they tend to have personalities similar to our own.

You can read the rest at LiveScience.

general, technology 8:36 am

the day before we had the visit of someone or of some machine :) from Sweden, Egypt and from Israel.
you can see the lastest countries visiting this house here.
and here, you can see the browsers readers of this house use.

generalFebruary 14, 2006 10:15 am

Coloquei um botão, ali do vosso lado direito, onde podem fazer play e ouvir música.
Noto que a casa fica um pouco mais pesada assim, mas como não tenho indicação do tipo de ligação que os leitores têm, se parecer muito pesada, digam que eu tiro.

general 8:28 am

O embaixador iraniano em Portugal elogiou a reacção portuguesa à questão dos cartoons. Questionado, em seguida, sobre o que pensava da forma como os jornais portugueses trataram a questão, este senhor disse que “os jornais limitaram-se a contar o que aconteceu, mas o sr Amaral disse coisas muito boas e com lógica”.

generalFebruary 11, 2006 4:55 pm

here :)

general, journalismFebruary 6, 2006 6:04 pm

Há já algum tempo que queria falar de opiniões e este post, aqui num barco ao lado, serve muito bem esse propósito.

Parece que um comentador - não faço a mínima ideia quem foi o comentador - dizia, na Antena 1, “que se escreve hoje na internet, como se escrevia antigamente nas portas das casas-de-banho”.

Se esta opinião foi suficientemente importante para um comentador a despejar num medium como a rádio, é porque ela indica a preocupação deste senhor relativamente a esta matéria.
Pergunto-me se, antigamente, este senhor se preocupava com o que se escrevia nas portas das casas-de-banho. Suponho - suponho apenas - que não. E, sendo assim, porque se preocupa agora? Talvez a preocupação advenha da explosão de opiniões e da consequente explosão da discussão dessas opiniões. É que quanto mais se discute, mais ideias germinam.

É que estas opiniões de agora não ficam numa porta, elas têm um ciclo de vida dinâmico que gera outras opiniões e discussões.

Que a internet está cheia de lixo, está, mas se essa é a preocupação de tal cavalheiro, melhor seria preocupar-se com formas de educação para os media, análise crítica da informação, desenvolvimento de competências na gestão da informação e do discurso mediático…

Por outro lado, se a preocupação deste cavalheiro reside no facto das opiniões na Internet - o que quer que o referido senhor queira dizer com Internet - não serem dadas por “experts” aka “opinion makers tradicionais”, melhor seria que agregasse jornais, rádios e televisões ao seu discurso, que hoje em dia qualquer um dá uma qualquer opinião num destes meios… até este senhor! :P

general, blogsJanuary 29, 2006 10:44 pm

quer se faça um programa de rádio, quer se escreva num jornal ou até num blog, há sempre um público para o qual se escreve. não adianta dizer “que não, que se escreve pelo gosto da escrita” - quem disse que tem público não escreve por gosto?! - porque se não se escrevesse para um público, não se publicava.
muitas vezes, não conhecemos esse público, pelo menos naquilo a que habitualmente empregamos a palavra conhecer. não há uma cara, mas há certamente um feedback que muitas vezes justificaria melhor a palavra conhecer do que uma cara.
o público é sempre muito exigente. e nem sempre conseguimos agarrá-lo.

o feedback do público é sempre muito importante, mas não pode ser a única motivação. se assim fosse, seria o respeito do público que perderíamos em primeiro lugar.
e assim sendo, a escrita nunca perderia o seu sentido.

se a escrita perde o sentido, é porque não é honesta, porque não é franca, é porque não é séria.

disse ali em cima que o público é muito exigente. reafirmo-o novamente. o público exige sempre o melhor do melhor. e neste tempo todo de escrita aprendi que não é possível enganar o público.

e só um tolo poderia pensar que sim.

general 3:34 pm

Parece que o país está coberto de neve. Até na Figueira da Foz caíu neve! Em Coimbra? Em Coimbra faz sol:

generalJanuary 25, 2006 1:30 pm

general 1:16 pm

A verdade é que nunca tinha ido a Lisboa. Quer dizer, tinha ido uma ou duas vezes naquelas visitas de estudo que fazemos no secundário e em que nos metem dentro de um autocarro, nos enfiam num monumento e voltam a meter no autocarro. A única recordação que tinha de Lisboa era uma ponte pequena e periclitante que tivémos de passar para chegar à Torre de Belém: a única recordação de Lisboa.

Aqui há tempos, tive de ir entregar em mão uns documentos no Instituto Camões, pelo que me vi obrigada a descer à capital… Estava um pouco apreensiva, mas pensei “Caramba, pois não me levei à Suécia e voltei?”

Não gostei muito, sinceramente.

Fui de comboio, que eu sou perdida por comboios, e a desilusão apareceu logo à chegada: a Gare (gare? vi tantas gares pintadas, eu pensava que uma gare era diferente) do Oriente é realmente muito bonita… nas fotografias, porque ao vivo apareceu-me como feia, vazia, esquecida, demasiado ampla. Depois desci até ao metro, o betão escuro, gélido dá vontade de fugir.

Lá me enfiei no metro. Não achei grande coisa e assim muito sinceramente deve ser um trabalho bem aborrecido e frustante. Imagino o senhor que conduz o metro - há-de lá ter um senhor para o conduzir não? - a acelerar e quando finalmente atinge grande velocidade e a coisa começa a dar pica, puff lá tem de começar a travar!

Mudei da linha vermelha para a verde, ou ao contrário, já não sei bem - baralhei-me toda com as cores!, saí antes da estação prevista, tive de voltar a entrar. Precisava ir até ao Marquês, mas acabei por sair no Rossio - já estava farta de andar lá por debaixo de terra, peguei em mim e não quis mais saber se tinha mais paragens ou não, resolvi ir a pé.
Atravessei o Rossio e vi uma loja de chá, estava um chá verde da Índia na montra e alguns outros com muita variedade, pensei: à vinda para baixo, levo alguns comigo. Qual quê! Escusado será dizer que nunca mais dei com a bendita loja!
Avenida da Liberdade acima, precisava encontrar a rua do Instituto. E como quem tem boca vai a Roma… vai a Roma, mas não vai a Lisboa. Assim que me aproximava de alguém para perguntar uma direcção a pessoa começava logo a fugir! Impressionante! “Não sei, não sei!”, “Não quero, não quero!” - mas o que é que não querem? O que é que não sabem se ainda nem abri a boca?
No Porto é completamente diferente: nem precisam dizer nada, basta parar perto de alguém que a pessoa pára logo a saber o que querem! Eu costumava dizer que os portuenses são tão exímios e prestáveis a dar indicações, que dizendo por onde se vai, como, qual o caminho mais perto ou mais em conta, uma pessoa acaba por ficar baralhada. Em Lisboa, ninguém parece saber nada e o pior fogem a sete pés de nós!

Enfim, lá esbarrei contra o Diário de Notícias, que não há terra onde vá que não encontre o jornal ou a rádio, parece karma! E logo depois o instituto. Depois Avenida abaixo, não achei nada bonita a avenida!

Comprei o Herald, em Coimbra é difícil encontrá-lo perto. Era ver os quiosques com uma panóplia de jornais, o Libération, o Monde, o Reppublica, o Guardian e eu sei lá que mais…

Depois passei pelo elevador de Santa Justa e fui espreitar a Fnac do Chiado. Meus caros, preparem-se: as obras de Camus em expositores, bem à vista. Uma secção de literatura internacional de fazer inveja - as obras completas do autor de Nadja, na língua original!
Nem parecia uma Fnac!!!

Depois a volta: saí e entrei no metro sem dar por isso, esperei, esperei, esperei na fria gare (ao meu lado um gajo com uma mochila e… uma almofada! :) ) e finalmente Coimbra!

generalJanuary 24, 2006 2:02 pm

Depus a máscara e vi-me ao espelho.
Era a criança de há quantos anos.
Não tinha mudado nada…
É essa a vantagem de saber tirar a máscara.
É-se sempre a criança,
O passado que foi
A criança.
Depus a máscara, e tornei a pô-la.
Assim é melhor,
Assim sem a máscara.

E volto à personalidade como a um términus de linha.

general 12:54 pm

Lee Ingleby é o Nature Boy.

generalJanuary 23, 2006 3:22 pm

really hate msn from microsoft

general 2:48 pm

general 8:39 am

memória curta :P

generalJanuary 22, 2006 2:25 pm

Não sabe do seu cartão de leitor? Não faz mal, nos locais de voto há sempre uma secretaria onde pode mostrar o BI e dão-lhe o número. Se preferir, agora também pode saber o seu número via sms.
Não sabe em quem votar? Não faz mal, também pode votar em branco.
Vá lá, largue lá o computador e vá votar!

generalJanuary 20, 2006 8:06 pm

general 8:05 pm

general 8:04 pm

general 8:04 pm

general 8:04 pm

general 8:04 pm

general 8:03 pm

general 8:03 pm

general 8:02 pm

general 8:02 pm

general 8:02 pm

general 8:01 pm

general 7:52 pm

general 6:18 pm

Ciao amore,

If you’re still having problems locating unique items, try out this attachment.

Call me about the movie,

Edmond

general 5:14 pm

Há quem ache que às vezes se dá demasiada importância à amizade. Eu dou muita importância. Uma amiga costumava contar que havia um senhor alentejano que costumava dizer que “quem nã tem um amigo neste mundo, nã anda cá a fazer nada”. É por isto que amizade e demasiada importância não fazem sentido na mesma frase.

generalJanuary 16, 2006 7:10 pm

Elaine Benes from Seinfeld

generalJanuary 13, 2006 12:14 pm

Costumo utilizar esta expressão com bastante frequência em comunicação de mensagens instantâneas, quando não estou a perceber o que me estão a dizer.

Pois na Wikipédia a entrada é esta. E para a página de desambiguação, é esta.

general 9:14 am

- Finlândia? Devias escolher um país decente… tipo Itália…
- Itália?! Bah…
- Não há outros países que possas escolher?
- Ya, dentro deste projecto há Itália, Lecce. E Alemanha. Colóóóóóónia :D
- Olha, Colónia. Colónia é bom. Museus, cultura.
- Ya, mas a bolsa é para a Finlândia. Além disso, em Itália é mais informação geográfia e Colónia é mais técnica, 3D acho… Mas Turku, ah, Turku é e-Learning e é isso que me interessa. Além disso eles são bons!
- Ok, quando fores diz-me que vou lá ter contigo
- Cool, ou atravessas tu as Aland entre o Báltico e o Bothnia ou atravesso eu :)


general, historyJanuary 12, 2006 8:33 pm

generalJanuary 11, 2006 2:41 am

generalJanuary 3, 2006 8:31 pm

Descobri no Serendipity um daqueles testes horrorosos, que muitas vezes e apesar de, acabamos por fazer. E fiz. E é este o (triste) resultado. Nem um ponto! Não é possível, isto só pode estar errado! Fico a pensar, será de usar Firefox? Ou de não ter escolhido o Canadá como país europeu? Ou…? :P


How evil are you?

generalDecember 28, 2005 9:40 pm

Tenho andado doente e com algum trabalho, é por isso que ainda falta rechear esta casa com uma série de coisas, nomeadamente moradas para outras casas.
Este post serve apenas para vos chamar a atenção para as actualizações na Casa dos textos passados a limpo, que já lá estão há muito tempo.
Desta feita, é poesia. Não tem indicações de como a ler. Eu leio-a com muitas pausas.
E aproveito para voltar a dizer que lá mais para baixo há contos. Que eu gosto da poesia, mas os contos desta casa, ah os contos desta casa!

general 8:30 pm
Numa rua do Porto, pertinho da Estação de São Bento, à entrada de uma pastelaria está um Homem.
É preciso subir um degrau e dar dois passos para alcançar a porta da pastelaria.
O Homem mantêm um pé em cima do degrau e o outro em baixo, na calçada. Cada vez que alguém entra ou sai, o Homem inclina o corpo dorido para abrir a porta a quem entra e a quem sai.
A posição em que o Homem coloca o corpo deve doer-lhe porque de vez em quando massaja a perna que apoia na calçada. Às vezes sobe os dois pés para cima do degrau, mantendo as duas pernas ao mesmo nível, mas logo, logo sai de dentro da pastelaria um empregado a enxutá-lo para baixo.
Poucas pessoas lhe dão alguma coisa, muitas nem se apercebem que ele está ali, dobrando-se para lhes abrir a porta.
O que mais dói é a expressão daquela cara, de subserviência. De um Homem subserviente. Nenhum Homem deveria ter esta expressão. Nenhum de nós deveria deixar que um Homem pudesse ter esta expressão.
Passei o Natal debaixo dos cobertores, muito triste, mas muito quentinha. E não consigo deixar de pensar: como terá passado o Natal, aquele Homem?

Fez ontem um ano que escrevi este texto no “O Blog do Gustavo Felisberto”. Este homem, sem-abrigo de profissão abria, delicadamente, a porta às pessoas e esperava que as pessoas reconhecessem o gesto e o ajudassem.
Eu costumava tomar café numa pequena pastelaria quase em frente… quase em frente da Bella Roma, onde este homem abria a porta às pessoas.
Hoje fui ao Porto e sentei-me na mesma pequena pastelaria. Em frente vi que a Bella Roma tem agora portas automáticas.
Talvez as dores nas pernas daquele homem tenham melhorado…

generalDecember 27, 2005 12:01 am