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art, music, technologyOctober 10, 2006 2:25 pm

Consegui uma caixa com dois dvd’s dos Avengers, aqui em Turku, usados, baratos e em bom estado, mas região 1.
Comprei na mesma, porque nunca consegui encontrar esta série em região 2.
Nos mac anteriores, dizem-me que se fizermos com que o DVD Player não arranque automaticamente, o VLC não pergunta pela região. Neste meu mac-intel isso não acontece.
Dizem-me também que há um firmware para desbloquear a drive, mas uma ronda pelos fóruns mostrou-me que pode ser perigoso, que pode danificar a drive e tenho receio de experimentar.
Consequência: mudei a drive para região 1. Ripei os dois dvds dos avengeres, com o Mac the Ripper, gravei-os para um novo dvd e agora vou esperar pelo dvd do Scorsese (usado e barato), que encontrei na Amazon e vou fazer o mesmo. Depois voltarei a mudar a região e ficarei apenas com mais 3 hipóteses de mudança.
Dizem-me para ficar atenta às próximas versões do VLC, mas não sei se funcionará.

Esta questão parece-me realmente estúpida. Tão estúpida, que nem me dei ao trabalho de procurar muito sobre ela, acho que tem a ver com a estreia dos filmes. Uma parvoíce, se pensarmos que uma pessoa que vá viver para um país com região diferente fica sem poder ver filmes ou mais grave uma pessoa que queira ver um filme que só está editado numa região, como parece ser este o caso.

Outra coisa que me aborrece (estou a ser simpática, na verdade a coisa tira-me do sério!) profundamente é o iTunes. Já comprei lá uma ou duas músicas, porque as não encontrava em mais lado nenhum e depois me apercebi que na verdade não comprei nada, só “aluguei”, já que para as ouvir estava obrigada a fazê-lo da forma que eles queriam! Rapidamente percebi também que a primeira coisa a fazer, quando se compra uma música no iTunes é criar um cd áudio e ripá-lo a seguir para mp3. Não se pode? Leiam os meus lábios: A-Z-A-R!
Se compro uma música porque não posso ouvi-la onde quero?

Depois o Francisco Amaral falou-me num site russo, onde se pode comprar mp3, tudo de forma legal, o Allofmp3, mas agora o Mind Booster Noori alerta para o facto deste site poder fechar.

Isto tudo tem a ver com DRM (porque estive uns dias sem fazer as minhas leituras bloguíticas diárias dexei passar o 3 de Outubro) :(

O site Defective by Design aponta-nos alternativas. Há coisas que podemos fazer!

art, music, note to myselfOctober 7, 2006 1:14 am

general, art, music, this is for you allOctober 5, 2006 8:22 pm

Eu sei, há sempre alguma coisa que queremos comprar e quase sempre temos de fazer contas à vida. Mas cada parte custa $10, e $10 não é assim tanto (quem puder pode comprar mais, claro!).

E a música é linda. Lembram-se do Interlude?

Bom, isto tem tudo a ver com SellABand, é para ir aqui ver como é, e seguir as instruções.

Se ainda não conhecem, podem ouvir aqui, através dos vários links que o autor disponibiliza.

Depois de ouvirem, vão perceber porque sou eu um dos “Merankorii believers” e vão querer ser também :)

Ah e está em 5º lugar no SellABand, vamos todos dar uma mãozinha e puxá-la mais para cima?

art, technologySeptember 29, 2006 9:31 am

 

Últimas investigações apontam para a possibilidade da mulher retratada estar grávida ou ter sido mãe há pouco tempo

A técnica utilizada na investigação permitiu ainda lançar luz sobre a técnica sfumato aplicada no quadro.

artSeptember 13, 2006 8:41 pm

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

art, technologyAugust 1, 2006 6:07 pm

(note: acho que o vídeo não funciona aqui embebido, até descobrir porquê, quem quiser pode vê-lo aqui)

Estava a tentar ver se conseguia descobrir funções numa máquina fotográfica digital de uma amiga e peguei na minha própria máquina na esperança de encontrar funções semelhantes. Liguei o modo vídeo e começo a reparar, pelo viewfinder, que estava a enquadrar duas mãos que pareciam estar a conversar. Curiosamente, apanhei ao fundo uma outra mão, que às vezes quase parece sintonizada com as mãos em primeiro plano. Comecei a gravar. Depois editei e acrescentei uma música [Girls - Death in Vegas - OST Lost in Translation].
Normalmente não coloco vídeos nesta casa porque sei que muitos de vós têm ligações fraquinhas (como a minha @home), mas uma vez que fui eu que fiz, deixo-o aqui.
Um obrigada especial à Susana e à Carolina, cujas mãos são protagonistas :)


art, history, cinema, note to myself 8:20 am

Passam anos sem que eu tire férias e este ano vai pelo mesmo caminho.
Talvez no Verão do próximo ano ou talvez quando eu voltar da Finlândia. O certo é que está decidido que as próximas férias serão em Roma. A culpa é do sr. Fellini e do sr. de Sica e do sr. Tornatore e do sr. Visconti e, mais recentemente, do sr. Scola.
Posto isto, o melhor é mesmo ir colocando, nesta casa, notas para o que quero ver.

O Palazzo Federici, de Mario de Renzi, construído nos anos 30 e que serviu de inspiração ao cenário do filme Una Giornata Particolare. Os edifícios muito altos têm vidros que acompanham as escadas (os elevadores encontram-se resguardados no interior).
Este complexo tinha no projecto original um cinema, hoje tristemente transformado em supermercado.

Um novo conceito de bairro popular, de agentes privados com algum financiamento do Governo, onde se cruza o colectivo e o individual solitário e que serve três momentos do filme: o esvaziamento dos edifícios como preparação para o dia particolare de duas pessoas e o regresso dos moradores que marca o fim… o fim de vários acontecimentos e que eu vou deixar para vocês descobrirem :)

O pretexto para o filme é o primeiro encontro que Hitler teve com Mussolini, precisamente nos anos 30, pelo que este espaço era o cenário ideal. As cores foram cuidadosamente escolhidas, em 1977 ninguém ía ver um filme a preto e branco, desejo do realizador, pelo que a película levou um tratamento para esbater as cores porque, como diz o cenógrafo, “é difícil fazer um filme a cores, quando a memória é a preto e branco”.

De notar a metáfora de que algo não está bem: quando todas as pessoas saiem dos prédios para irem à parada ver o encontro, a última personagem, um jovem, não consegue atar a fita da bota. Curiosamente, à volta, o mesmo rapaz traz ainda a fita desatada.

artMay 10, 2006 8:14 am

Mais um daqueles testes esquisitos…


Who Should Paint You: Gustav Klimt


Sensual and gorgeous, you would inspire an enchanting portrait..
With just enough classic appeal to be hung in any museum!
artMay 1, 2006 8:09 pm

art, booksApril 17, 2006 2:45 pm

O’Neill (Alexandre), moreno português,
cabelo asa de corvo; da angústia da cara,
nariguete que sobrepunha de través
a ferida desdenhosa e não cicatrizada.
Se a visagem de tal sujeito é o que vês
( omita-se o olho triste e a testa iluminada )
o retrato moral também tem os seus quês
( aqui, uma pequena frase censurada…)
No amor? No amor crê (ou não fosse ele O’Neill!)
e tem a veleidade de o saber fazer
(pois amor não há feito) das maneiras mil
que são a semovente estátua do prazer.
Mas sofre de ternura, bebe de mais e ri-se
do que neste soneto sobre si mesmo disse…

art, yesterday was dramatic, today is okApril 16, 2006 2:23 pm

101.

Se a nossa vida fosse um eterno estar-à-janela, se assim ficássemos, como um fumo parado, sempre, tendo sempre o mesmo momento de crepúsculo dolorindo a curva dos montes. Se assim ficássemos para além de sempre! Se ao menos, aquém da impossibilidade, assim pudéssemos quedar-nos, sem que cometêssemos uma acção, sem que os nossos lábios pálidos pecassem amis palavras!
Olha omo vai escurecendo!… O sossego positivo de tudo enche-me de raiva, de qualquer coisa que é o travo no sabor da aspiração. Dói-me a alma… Um traço lento de fumo ergue-se e dispersa-se lá longe… Um tédio inquieto faz-me não pensar mais em ti…
Tão supérfluo tudo! Nós e o mundo e o mistério de ambos.

art, yesterday was dramatic, today is ok 10:02 am

465.

Quando o estio entra entristeço. Parece que a luminosidade, ainda que acre,das horas estivais devera acarinhar quem não sabe quem é. Mas não, a mim não me acarinha. Há um contraste demasiado entre a vida externa que exubera e o que sinto e penso, sem saber sentir nem pensar - o cadáver perenemente insepulto das minhas sensações.

art, note to myself, journalismApril 15, 2006 1:09 pm

Lá deixou as 7h das manhãs de sábado e voltou às 9h, esperemos que definitivamente. Descobri eu hoje, numa viagem radiofónica até Vera Cruz, concelho de Portel, Évora. [Na foto, a igreja de Santo Lenho]

art, musicApril 13, 2006 3:09 pm

Mudei o gráfico da LastFM, ali ao lado, para actualizar de acordo com o que estou a ouvir, no momento.
E agora estou a ouvir Merankorii, de que já vos falei e que aproveito para dar conta de que já está disponível para download uma das músicas do novo álbum.
Das músicas que já ouvi, a minha favorita é a Interlude. Podem ouvi-la aqui. Esperem até aos 30 segundos :)

artApril 12, 2006 8:06 am

Um fib, na poesia, é um conceito criado por Gregory K., que segue a série de Fibonacci: 1/1/2/3/5/8… etc. Uma série que se encontra na espiral da concha do nautilus.

Segundo o autor, o objectivo é criar um poema de 20 sílabas, cuja contagem silábica segue em cada linha a série de Fibonacci.
Nesta casa, comecei a experimentar, não por uma contagem silábica, mas pela contagem das palavras. Para começar é mais fácil. Tenho seguido o autor e em alguns poemas torna-se difícil descobrir a sequência, uma vez que me é difícil a contagem das sílabas no inglês. Como as palavras no inglês também são mais pequenas é mais fácil dar sentido a poemas escritos nessa língua.

Vou analisar melhor as regras e voltarei a este assunto.

Um obrigada especial ao sr. Anonymous, que me chamou a atenção para isto :)

art, note to myself 7:43 am

fresco
manhã
bem cedo
os meus passos
são os primeiros nesta casa
mas hoje alguém acordou mais cedo: bom dia!

(é difícil sintetizar um ideia num fib. para já escrevo estes fraquinhos. há que pensar nas regras também. seria interessante escrever um cujas frases fossem autónomas. cujo objectivo fosse não haver necessidade de interligação com a frase anterior para que ela tivesse sentido, porque de outra forma corremos o risco de este tipo de poema se subjugar a uma fórmula matemática apenas pela forma e isto seria possível com qualquer texto)

artApril 11, 2006 1:21 pm

hoje 

egoisticamente

sorvo palavras 

uma outra vez

como se para mim fossem

como se dele as palavras para mim fossem 

art, note to myselfApril 10, 2006 5:19 pm

up

down

is now

all my life

do you remember?

when the ups and downs were too young?

 

art, yesterday was dramatic, today is ok 4:06 pm

Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma
partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um
TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica
diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO,
como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou
a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer
homem diminui-me, porque sou
parte do GÉNERO HUMANO.
E por isso não perguntes
por quem os
SINOS dobram;
eles dobram
por TI

J O H N D O N N E

in Hemingway, Ernest, Por Quem os Sinos Dobram, Livros do Brasil, Lisboa

art, books 9:35 am

She left the web, she left the loom,
She made three paces through the room,
She saw the water-lily bloom,
She saw the helmet and the plume,
She look’d down to Camelot.
Out flew the web and floated wide;
The mirror crack’d from side to side;
“The curse is come upon me,” cried
The Lady of Shalott.

art, music, blogsApril 6, 2006 8:17 am

A entrada é por aqui:

pouco para dizer, muito para escutar, tudo para sentir

Francisco Amaral

artApril 4, 2006 6:22 pm

you must see it in mickeyckm personal blog: larger than life
Click the picture in order to enlarge it and see it carefully :)

art, books 4:58 pm

destes, pois!
[nós, leitores, somos assim, queremos sempre mais]

art, o que é que tu tens, que os outros não têmApril 2, 2006 4:46 pm

Não deixo de dizer o que penso para ganhar um subsídio ou para ter um programa de televisão. Podi ganhar muito dinheiro, ser muito mais popular. Por mim, no último minuto da minha vida, quero ter apenas a minha consciência tranquila.

A partir da próxima terça-feira, 4 de Abril, o PÚBLICO começa uma colecção da discografia completa

art, music, historyMarch 8, 2006 9:20 am

O Futurismo italiano começou por ser um movimento literário, criado por Marinetti, em 1909, com o manifesto “Le Futurisme” [escrito originalmente em francês e publicado no Le Figaro]

Em Portugal, em 1915, assinava Almada Negreiros o seu manifesto Anti-Dantas, como Poeta d’Orpheu, Futurista e tudo. Um ano mais tarde, agitava, provocando no seu Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do séc. XX:

É preciso criar a Pátria Portuguesa do séc. XX
O Povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem Portugueses, só vos faltam as qualidades.

O Futurismo estende-se à pintura, dança, arquitectura e também à música. O pintor Luigi Russolo queria fazer para a música aquilo que Marinetti estava a fazer para a poesia, com a sua parole in liberta.
Com a Art of Noise, Russolo propunha quebrar os “sons puros” colocados na música.

Ancient life was all silence. In the nineteenth century, with the invention of the machine, Noise was born. Today, Noise triumphs and reigns supreme over the sensibility of men. For many centuries life went by in silence, or at most in muted tones. The strongest noises which interrupted this silence were not intense or prolonged or varied. If we overlook such exceptional movements as earthquakes, hurricanes, storms, avalanches and waterfalls, nature is silent.
[…]
We Futurists have deeply loved and enjoyed the harmonies of the great masters. For many years Beethoven and Wagner shook our nerves and hearts. Now we are satiated and we find far more enjoyment in the combination of the noises of trams, backfiring motors, carriages and bawling crowds than in rehearsing, for example, the “Eroica” or the “Pastoral”.

O resto está aqui.

Os The Art of Noise nasceram no início da década de 80 e foram buscar o nome ao manifesto de Russolo.
No som, vamos continuar com The Art of Noise, ontem com Robinson Crusoe, hoje com Moments in Love. Aqui, numa divisão ao lado :)

art, o que é que tu tens, que os outros não têmFebruary 27, 2006 9:16 am

art, tv 12:39 am

The Mysterious Geographic Explorations of Jasper Morello (2005)

Holding Your Breath (2001)

art, tvFebruary 26, 2006 8:42 pm

Amelia de Edouard Lock, pela companhia La La Human Steps de Montreal, hoje, pelas 00:30, na 2:
Obrigada pela dica, Manela.

art, yesterday was dramatic, today is okFebruary 22, 2006 12:12 pm

o homem que deixou de fazer perguntas

às vezes, ficava muito quieto numa tentativa de se virar para si próprio, de se ver por dentro, de se analisar. tinha medos. sabia que tinha medos. parecia-lhe que tinha muitos medos. tantos medos e tão profundos que, por vezes, dava consigo a murmurar baixinho “terei medo de ter medo?” estava habituado a controlar as situações, o discurso e, até, o pensamento. coordenava tudo isto muito bem. por isso, quem o conhecia por fora nunca teria imaginado os medos que lhe íam por dentro. assim, media cada palavra que lhe era dirigida. procurava-lhes outros sentidos. introduzia-as noutros contextos e aferia-lhes a veracidade. quando se dirigia a outras pessoas, não fazia perguntas directas, contornava os assuntos, experimentava, numa espécie de estonteamento do discurso percorrido, questões que lhe permitissem tirar conclusões e avançar para a etapa seguinte. como um jogo de perguntas, que induzisse a curiosidade do outro e o fizesse entrar neste rodopio discursivo, que pudesse rememorar mais tarde, num misto de nostalgia. várias pessoas tinham sido alvo de tal experimentação e raras vezes se dera por satisfeito. poucas seguiam o seu raciocínio, quase nenhumas tinham paciência para levar o discurso até ao fim. boicotavam-no antes, com perguntas demasiado directas, intimidantemente inquisitivas e, pior do que tudo, perguntas retóricas, com um qualquer sentido moral. não se lembrava quantos tinham passado por este teste. chegara ao ponto de o fazer automaticamente.
um dia, cansou-se.
a partir de então limitou a curiosidade até ao ponto de não conseguir fazer perguntas.

art, music, journalism 11:37 am

Mais uma porta ali ao lado, desta vez não para uma casa, mas para uma Loja.
No tempo em que eu e a Manuela nos enfiávamos horas dentro do estúdio de rádio para fazer o “Desampara-me a Loja!“, na ESECRádio on line.

Entre Fevereiro de 2002 e Janeiro de 2003, o Desampara continuou na ESECRádio. Esses programas ficaram irremediavelmente perdidos, devido ao disco duro onde estavam alojados se ter estragado. Dessa altura, recordo entre outros, o programa de aniversário, em directo, em que abrimos o estúdio às pessoas que por lá quisessem passar. Recebemos várias visitas, quer em persona, quer virtuais, que tiveram uma palavra a dizer aos microfones do Desampara.

art, blogs 9:19 am

Hundertwasser é uma palavra tão boa de se dizer, quanto os seus quadros de se olharem. Mas não digo mais nada. Têm de lá ir ver.

art, blogs 9:17 am

Foi no o sempre convicto que vi, pelo teclado do Juzelino, uma das definições mais exactas do trabalho deste homem e que não resisto a reproduzi-la aqui:

a arte dele parece-me honesta e silenciosamente cúmplice

art, technologyFebruary 19, 2006 10:37 pm

this is the way, step inside:

art, technologyFebruary 17, 2006 1:09 pm

this is the way, step inside:

art, journalismFebruary 16, 2006 6:29 pm

The mission of photography is to explain man to man and each to himself. And that is the most complicated thing on earth.

Edward Steichen

A foto foi tirada em 1904, em Long Island e foi notícia hoje por ser a mais cara do mundo. Sol de valores-notícia!

art, music, technologyFebruary 14, 2006 9:22 pm

another wallpaper [1024x768] to deviantART. this is the way, step inside:

art, technologyFebruary 13, 2006 6:02 pm

Picture with two effects from photoshop that i can not remember :( :

* Make: SONY
* Model: DSC-S40
* Shutter Speed: 10/400 second
* F Number: F/2.8
* Focal Length: 5 mm
* ISO Speed: 80
* Date Picture Taken: Feb 11, 2006, 6:25:52 PM

art, music, technologyFebruary 12, 2006 10:36 pm

This is my second work to deviantART. If you want to see it or download it, this is the way, step inside:

artJanuary 31, 2006 5:21 pm

Daylight
See the dew on the sunflower
And a rose that is fading
Roses whither away
Like the sunflower
I yearn to turn my face to the dawn
I am waiting for the day . . .

Midnight
Not a sound from the pavement
Has the moon lost her memory?
She is smiling alone
In the lamplight
The withered leaves collect at my feet
And the wind begins to moan

Memory
All alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again

Every streetlamp
Seems to beat a fatalistic warning
Someone mutters
And the streetlamp gutters
And soon it will be morning

Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I musn’t give in
When the dawn comes
Tonight will be a memory too
And a new day will begin

Burnt out ends of smoky days
The stale cold smell of morning
The streetlamp dies, another night is over
Another day is dawning

Touch me
It’s so easy to leave me
All alone with the memory
Of my days in the sun
If you touch me
You’ll understand what happiness is

Look
A new day has begun

artJanuary 24, 2006 3:12 pm